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À época da fundação da capital estadual (1893), há registro de atividades agrícolas e de pecuária no local do atual bairro. A ocupação residencial começa de fato entre os anos 1940 e 1950, a partir da urbanização da Avenida Dom Pedro II (hoje situada sobre o córrego do Pastinho, afluente do Ribeirão Arrudas). Essa ocupação foi acelerada nos anos 1970 e 1980, inclusive com uma maior diversificação de atividades comerciais. Atualmente, passa por um processo de verticalização, fato esse visível pelo constante surgimento de novos prédios residenciais e comerciais nos últimos anos.


Hoje, conhecemos todo o bairro como "Caiçara", mas, oficialmente,[carece de fontes] existem quatro "caiçaras" - Alto dos Caiçaras, Caiçara Adelaide, Monsenhor Messias e Caparaó. Anteriormente, havia a Vila Adelaide, Vila São Geraldo, Vila Futuro e Vila Araci. Dessa época, ficaram as lembranças de uma época mais pacata, muitos terrenos baldios, crianças brincando nas ruas (algumas ainda de terra) e vizinhos conversando nas calçadas. O bairro se parecia com uma pequena cidade de interior onde os moradores se conheciam, sabiam da origem de cada um, se confraternizavam. Era uma grande família. Grande parte desses moradores ainda reside no bairro. Criaram seus filhos(as), que se casaram com filhos(as) de vizinhos, e continuam morando no bairro e preservando a história.


Hoje, existem vários marcos que fazem o bairro reconhecido em toda cidade, como o Edifício Jardim das Acácias, que ganhou o apelido de "Espigão", por ser considerado o prédio mais alto do bairro; a árvore da Rua Itaguaí, que fica curiosamente no meio da via e é mantida dessa forma a pedido dos moradores; o Shopping Center Del Rey, o maior centro comercial da região Noroeste; dentre outros.